Sumaré, Americana e Santo Antônio de Posse aparecem entre os municípios mais suscetíveis
Um estudo publicado na Revista Brasileira de Recursos Hídricos aponta risco de escassez hídrica na Região Metropolitana de Campinas (RMC), que reúne cerca de 3,17 milhões de habitantes. A pesquisa relaciona a pressão sobre os mananciais ao crescimento urbano e industrial, alterações no regime de chuvas, redução da cobertura vegetal, problemas de saneamento e vulnerabilidades sociais.
Sumaré, Americana e Santo Antônio de Posse foram identificadas como as cidades mais suscetíveis aos impactos. O levantamento também destaca que o lançamento de esgoto sem tratamento compromete a qualidade e a disponibilidade da água.
No cenário regional, Cosmópolis está entre os municípios que aderiram ao UniversalizaSP, programa do Governo de São Paulo voltado à ampliação do acesso à água e ao saneamento. A iniciativa prevê investimentos, redução de perdas e medidas para aumentar a segurança hídrica.
O programa prevê cerca de R$ 29 bilhões em recursos até 2033 e mais de R$ 100 bilhões até 2060, abrangendo 146 municípios paulistas.








