Média de alunos cosmopolenses no SARESP e ENEM são satisfatórias

Provas aplicadas aos alunos da rede pública e privada de ensino acabam virando um medidor do desempenho da educação em cada município. Em rede nacional, as provas SARESP e ENEM são aplicadas aos alunos para importantes avaliações.
O Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (SARESP) é uma prova aplicada anualmente, desde 1996, pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (SEE/SP), para avaliar o Ensino Básico em toda rede estadual e é utilizada para calcular o índice do Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo, segundo o site oficial da avaliação.
Já o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) é o maior exame do Brasil e o segundo maior do mundo, atrás somente do exame de admissão do ensino superior chinês, e conta com mais de 7 milhões de inscritos divididos em 1.661 cidades do país.
Segundo Paulo Alves Pereira, secretário de educação da cidade de Cosmópolis, a média das escolas do município é boa. “Cosmópolis possui uma boa média… A EMEB Antônio Pegorari, por exemplo; a escola Nicolau Nolandi também tem tido sucesso nos resultados dessas provas, isso falando de SARESP, pois, essas escolas são de nível básico.

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Paulo Alves Ferreira, Secretário de Educação

Agora no Enem, normalmente, quem se destaca na cidade é a escola estadual GEPAN (Ginásio Estadual Dr. Paulo de Almeida Nogueira) que, ao longo dos anos, tem uma história de sucesso e vem mostrando isso ano a ano. Em minha opinião, o grande sucesso de uma equipe é ela ter uma gestão que seja presente e uma gestão que motive. O GEPAN tem isso, tem essa característica. A diretora está há muito tempo na gestão, conhece aluno por aluno, professor por professor, família por família.Então, através disso, ela consegue envolver a comunidade com o corpo docente, que compram a idéia onde a prioridade é o aluno”.
Apesar de a estrutura ser um fator importante, para o secretário de educação, ela não é determinante. “A estrutura física é importante, porém, não acredito que ela determine se a escola irá bem ou não. Nós, comumente, temos relatos de escolas onde as aulas são dadas embaixo de uma árvore, e elas têm muito sucesso. Temos escolas da região do nordeste e Piauí que se destacam, possuem índices muito superiores aos da nossa região, que é a sudeste… Então, as escolas têm escassez de água, faltam equipamentos, salas de aula, estrutura física mesmo, mas, o principal, que é a vontade, eles têm! A vontade dos alunos, do corpo docente e a gestão são uma somatória que leva ao sucesso no ensino”.
Sobre os índices do nosso município, “em nossa cidade, não são os piores, os mais assustadores. Nós, da rede municipal, já chegamos a um patamar que, para avançar, fica mais difícil porque para quem está lá embaixo, para aumentar, é mais fácil, mas, para quem já está no nível elevado, avançar décimos, é muito mais difícil. Porém, o nosso desafio é esse, avançar cada vez mais”, finaliza o secretário Paulo Alves Pereira.