Jesus não morreu de morte natural nem por alguma estranha enfermidade. Ele morreu derramando Seu sangue na cruz, oferecendo a essência da vida presente no sangue. Daí a religião Cristã ser única. É a religião do sangue que dá nova vida. É a transfusão espiritual da vida de Deus no coração do cristão. Talvez impressione e espante essa ideia do sangue. Mas, o Senhor quer que o derramamento de Seu sangue por amor produza efetivamente uma impressão tão forte em nossa vida que terminemos amando-O ao compreender que Ele sangrou para nos dar a vida eterna. Assim se expressou o discípulo Pedro: “Fostes resgatado pelo precioso sangue como de cordeiro sem defeito e sem mancha, o sangue de Cristo” (1 Pedro 1 18-19). E João destaca o mesmo conceito, ao dizer que o sangue de Jesus nos purifica de todo o pecado. (1 João 1-7).
Não falta quem se pergunte “Por que Jesus teve que morrer na cruz? Não poderia nos ter ensinado um elevado código moral para vivermos com integridade e correção? Certamente, não! O que o homem pecador necessitava não era apenas uma melhora moral, mas uma vida nova engendrada por Deus por meio da oferta de Cristo. A verdadeira necessidade de um código superior, mas a vida de Cristo implantada no coração. Precisamos da vida que Ele nos deu quando entregaram na cruz.
Qualquer tentativa humanística ou moralística de mudar o ser humano sempre será um esforço limitado e falido. Somente uma dependência do poder divino com a aceitação da morte redentora de Cristo pode assegurar a vida eterna para “todo o que nEle crê” (João 3-16). Você já aceitou pela fé o sacrifício de Cristo para a redenção de sua vida? Não poderia ter tomado decisão melhor! Conserve no coração essa decisão pelo resto dos seus dias. Houve festa no céu por essa decisão.
“O sangue Salvador”
8 de dezembro de 2016 Notícias
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