Reflexão destaca a diferença entre servir para conquistar aceitação e servir a partir da identidade de filho de Deus
Quem é você quando todas as vozes se silenciam? Quem é você quando ninguém está olhando, elogiando ou reconhecendo seus esforços? Quando o mundo se cala, resta aquilo que nenhuma aparência consegue sustentar: a sua identidade.
Efésios 2:10 diz que somos feitura de Deus, criados em Cristo Jesus para as boas obras que Ele preparou de antemão, para que andássemos nelas. Isso significa que sua vida não começou com aquilo que disseram a você ou sobre você. Existe um propósito que nasceu primeiro no coração de Deus.
Compreender a diferença entre essas vozes faz toda a diferença na maneira de viver. Afinal, viver como escravo é uma coisa; viver como filho é outra. O escravo serve tentando conquistar aceitação. O filho serve porque sabe que já pertence.
Romanos 8:15 diz que não recebemos um espírito de escravidão para vivermos novamente com medo, mas o Espírito de adoção, pelo qual clamamos: “Aba, Pai!”
Por isso, pare de ser escravo dos próprios pensamentos e, em vez de perguntar apenas “O que estou fazendo para Deus?”, questione-se: “De qual lugar dentro de mim estou fazendo isso?”.
Trabalhar para conquistar um lugar na casa do Pai não é uma forma de servir por amor, mas uma tentativa de ser visto e reconhecido. Servir a partir do lugar de filho, por outro lado, é uma expressão de amor em Cristo.
Portanto, quando todas essas vozes se calarem, permaneça atento à mais importante: a voz do Pai, que revela quem você é nEle.
Por Darlene Silva








