A missa em louvor à Padroeira é a celebração litúrgica mais antiga da cidade, realizada desde 1915, há exatos 110 anos, quando a santa de origem alemã foi oficializada pela Igreja Católica como padroeira de Cosmópolis
Na noite de domingo (16), a comunidade católica celebrou o dia da Padroeira de Cosmópolis, Santa Gertrudes de Helfta, estabelecida oficialmente há 110 anos.
A celebração litúrgica realizada na histórica Paróquia Santa Gertrudes, a conhecida Igreja Matriz, foi conduzida pelo Padre Diego Fabian Humeniuk, reunindo as comunidades católicas locais, autoridades políticas e convidados.
A missa em louvor à Padroeira é a celebração litúrgica mais antiga da cidade, realizada desde 1915, há exatos 110 anos, quando a santa de origem alemã foi oficializada pela Igreja Católica como padroeira de Cosmópolis.
Entre os destaques da celebração, foi lida uma carta do Cardel Orani João Tempesta, Arcebispo do Rio de Janeiro, enviada especialmente para a comunidade católica cosmopolense. O documento, lido pelo Padre Diego aos presentes, exaltava a importância da data e a celebração dedicada a Santa Gertrudes de Helfta.
Simbolicamente, os fiéis presentes e convidados receberam o coração de Santa Gertrudes, peça que assinalava uma das marcas da comunidade secular, “Com o coração cheio de Cristo, peregrinamos partilhando a Esperança”, lema do Jubileu de 2025.
Bolo da Padroeira
No salão paroquial foi comercializado o bolo da Padroeira, tradição perpetuada há décadas pela comunidade, seguindo a mesma antiga receita dos primórdios das quermesses de Santa Gertrudes.
Segundo organizadores, em outras edições até tentaram mexer na receita, mas o público não aceitou. Permaneceu então a tradição da cobertura com açúcar em nata, creme e abacaxis, sendo alguns pedaços premiados com uma medalha da Santa.












