Sexta-feira, 17 de julho de 2026

Enxaguante bucal: quando usar e quando evitar? Por Bárbara D’Aolio

Produto auxilia, mas uso indiscriminado pode prejudicar a saúde; dentista deve orientar

O enxaguante bucal é um item comum no dia a dia de muita gente, mas seu uso nem sempre é necessário e, em alguns casos, pode até prejudicar a saúde bucal. Apesar da sensação imediata de frescor, os enxaguantes não substituem a escovação nem o uso do fio dental.

Atendimento em Cosmópolis e região Caso tenha alguma dúvida ou queira fazer uma avaliação, fico à disposição! Bárbara D’Aolio – Cirurgiã-Dentista (CROSP 169134) Rua Luiz Leflock, 348 – Jardim Bela Vista, Cosmópolis WhatsApp: (19) 99680-2808 Instagram: @barbaradaolio

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Seu papel é auxiliar, quando bem indicado, na redução de bactérias, no controle do mau hálito ou no tratamento de condições específicas, como a gengivite. Porém, o uso indiscriminado — especialmente de produtos com álcool em altas concentrações —, pode causar efeitos indesejados, como alteração do paladar, ressecamento da mucosa, descamação e até desequilíbrio da flora bucal. Em alguns casos, isso aumenta a chance de infecções oportunistas, como candidíase.

Por isso, o ideal é que o uso do enxaguante seja orientado por um dentista, de acordo com a real necessidade de cada paciente. Mais importante do que o produto é a rotina de cuidados: nada substitui a escova, o fio dental e a visita regular ao consultório.